domingo, 31 de janeiro de 2010
Repressão em Ceará-Mirim
Repressão em Ceará-Mirim
sábado, 30 de janeiro de 2010
Repressão em Ceará-Mirim
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Denúncia
Violência
Entretanto, como se não bastassem os ataques contidos no Plano, a Câmara Municipal ainda resolveu usar a violência para aprová-lo a todo custo. A ordem para reprimir os manifestantes partiu do presidente da Câmara, Roberto Lima (PR), e contou com o apoio do restante dos vereadores.
Ditadura
A ação violenta da polícia resultou em séria agressão a uma adolescente, filha de uma professora do município. Esperando o socorro deitada no chão, a jovem não conseguia respirar e sentia dores na coluna. O comandante da repressão policial, Capitão Fernandes, ainda ironizou os protestos que os manifestantes fizeram contra a violência: “A gente nem usou a força. Se a gente usar, não vai ficar só um no chão, não.”, disse.
Plano de Cargos
“Com esse projeto da prefeitura, os salários vão diminuir, a idade média para se aposentar aumentará para 60 anos e os professores só receberão suas gratificações se forem bem avaliados pela secretaria de educação. Vão implantar a Avaliação de Desempenho para retirar nossos direitos”, denunciou Ana Célia, diretora do sindicato.
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Ceará-Mirim, junto com o Fórum Contra a Opressão Social e Política, vai iniciar uma forte campanha de denúncia sobre o que aconteceu na noite desta quinta-feira. A perspectiva da direção do Sinte é convocar uma greve da categoria já para o mês de março.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Mobilização
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Greve
sábado, 23 de janeiro de 2010
Mobilização
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
S.O.S Haiti
Às entidades, oposições, movimentos e ativistas.
A Conlutas solicita a todos e todas em caráter de urgência contribuições financeiras imediatas a todas as entidades e militantes para que possamos enviar para nossos companheiros da entidade sindical Batay Ouvrie, no Haiti.
Nossos companheiros relatam de maneira concreta a luta pela vida que temos visto pelas cenas da imprensa. A luta dos companheiros que buscam cuidar de seus feridos, garantirem sua sobrevivência, mas em uma lógica de resgatar sua organização. O funcionamento coletivo, a organização e participação popular, única forma de se contrapor a ofensiva hipócrita do imperialismo, travestindo de ajuda humanitária o envio de mais tropas militares para monitorar e controlar o povo haitiano. Agora com o imperialismo norte americano mostrando quem manda de fato. O envio de 10.000 militares norte americanos com os mariners à frente cuja especialidade nunca foi salvar vidas em nenhum lugar do mundo, é mais do que simbólico.
Queremos fazer uma campanha nas bases de nossas organizações, de solidariedade de classe. Chamando a contribuição dos trabalhadores brasileiros para os trabalhadores haitianos, que ao mesmo tempo mantenha a denúncia da ocupação militar que ganha novas proporções. Mas essa campanha, com material na base, arrecadação de contribuição nas empresas, universidades ou votadas em assembléias, com uma idéia do tipo “um dia de salário para os povo haitiano”, absolutamente necessária, vai demorar para conseguirmos recursos mais imediatos como estão necessitando os companheiros.
Por isso queremos que cada entidade, movimento e organização discuta até a semana que vem contribuição direta de seus recursos normais para que possamos enviar.
Para isso abrimos uma conta bancária específica para depósito das contribuições a serem enviadas a Batay Ouvriey. Isto nos permitirá divulgar, posteriormente, o extrato desta conta às entidades que contribuíram bem como a prestação de contas em relação à Campanha.
Abaixo segue o número da conta.
Favorecido: Coordenação Haiti
Banco do Brasil
Agência 4223-4
Conta 8844-7
Solicitamos às entidades, oposições, movimentos e ativistas que por ventura tenham realizado contribuições na conta da Conlutas, que nos enviem identificação do depósito com data e valor, para que possamos dar o devido encaminhamento.
Conlutas
São Paulo, 19 de janeiro de 2010.
PCCS
• O QUE É O PLANO DE CARREIRA?
É um documento que contém todos os direitos e deveres dos servidores. Esse documento determina como será organizada a carreira do servidor. Por exemplo: o que ele deve fazer para ser promovido, quando e como fazer para ter os direitos. Além disso, o plano define os salários que devem ser pagos aos servidores e como serão calculados.
• POR QUE ESTAMOS CONTRA O PLANO QUE A PREFEITURA QUER APROVAR?
Primeiro porque já temos um plano que foi elaborado e discutido com a categoria em 2005. Apesar de haver vários pontos que não estão sendo cumpridos, esse é o nosso plano que precisa apenas de uma atualização. Aguardamos todo o ano de 2009 para fazer as discussões necessárias.
O prefeito teve o ano passado inteiro para discutir com o sindicato e os trabalhadores em educação as atualizações do plano, mas não o fez. Preferiu enviar para a Câmara no final do ano, quando as aulas já haviam terminado e os professores estavam entrando de férias. Portanto, não tiveram o direito de conhecer e dar suas opiniões sobre um documento tão importante para as suas vidas. Perguntamos: se o plano é tão bom quanto a prefeitura diz, por que foi escondido do SINTE e dos professores até a votação?
Se esse plano for aprovado, os professores serão muito prejudicados. Veja como:
a) Independente do tempo de serviço que tenha um professor, ele só poderá ser promovido e receber uma gratificação se for aprovado por uma comissão controlada pela Secretaria de Educação;
b) As licenças, as transferências de uma escola para outra e o afastamento não acontecerão mais de acordo com a necessidade ou vontade do professor, terão de ser autorizadas por uma comissão central.
c) Aumentará a idade exigida para os professores se aposentarem (em média 60 anos)
d) Com a aprovação do plano, os professores, que há muito tempo não têm aumento, vão ter diminuição nos seus salários.
• O QUE A POPULAÇÃO TEM A VER COM O PLANO DE CARREIRA DOS PROFESSORES?
É simples. Se seu filho, filha, neto ou neta estudam na escola pública, você, que paga os impostos, também deve pensar em quem trabalha nela. Além de pagar impostos, você deve exigir que o dinheiro público seja investido corretamente para que possa haver profissionais bem pagos, com boas condições de trabalho, crianças com bom ambiente para estudo e com condições para aprender. Se o plano do Prefeito for aprovado, o professor/professora do seu filho será duramente prejudicado. Passará a ser um profissional insatisfeito, desestimulado, totalmente dependente do governo para poder ter direitos básicos e com graves prejuízos salariais.
• HÁ ALGO MAIS A DIZER?
Sim. O prefeito, para não explicar por que escondeu a discussão do plano dos professores, prefere dizer que nós somos contra este plano por causa da avaliação de desempenho. Segundo ele, nós não queremos ser avaliados. Queremos deixar bem claro o seguinte: somos contra o plano por todos os motivos que aqui foram ditos e mais alguns que não mencionamos. Somos, também, contra a avaliação pelo fato dela ser injusta. A avaliação que a prefeitura quer nos fazer engolir ataca direitos que o professor já conquistou, persegue e divide a categoria. Além do mais, avalia apenas o desempenho do professor, sem levar em conta o sistema e os problemas não resolvidos pelo governo, como a falta de condições de trabalho e de ambiente escolar adequado. A avaliação de desempenho utiliza os supostos resultados para perseguir e punir os trabalhadores pelos problemas das escolas.
Por estas razões, o Sinte Regional de Ceará-Mirim é contra o Plano de Carreira imposto pela prefeitura.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Hora de lutar
SINTE CEARÁ-MIRIM CONVOCA TRABALHADORES PARA SEMANA DE LUTA
20/01 - Quarta-feira - Audiência pública sobre os projetos que o prefeito encaminhou para a Câmara Municipal: o do PCCS e o da venda da Folha de Pagamento do Município para uma financeira. Às 19h, no Centro Esportivo e Cultural.
21/01 - Quinta-feira - Pedágio e panfletagem nas proximidades da Estação Cultural, por ocasião da conferência das cidades. Às 7h:30.
22/01 - Sexta-feira - Atividade/reunião na praça das Cinco Bocas. Às 19h:30.
23/01 - Sábado - Reunião do FCOSP para organização do restante das atividades. Às 9horas, na sede do SINTE-Regional.
25/01 - Segunda-feira - Carreata de protesto contra os projetos do prefeito Peixoto. Concentração a partir das 8h em frente ao SAAE.
26/01 - Terça-feira - Às 14 horas, sessão extraordinária convocada pela Câmara Municipal para votação dos projetos.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Crise
Desemprego na zona do euro atinge maior nível desde 1998
Taxa de desempregados subiu a 10% em novembro, ante 9,9% em outubro, e superou a previsão de analistas
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Farra com dinheiro público
Residência de Sarney: gastos com 5 toneladas de carne
Compra é para 'realização de reuniões, almoços e jantares para convidados' da Presidência do Senado
De Leandro Colon, de O Estado de S.Paulo
O Senado prevê neste ano a compra de 5 toneladas de carne, frango, frutos do mar e linguiça para o consumo da residência oficial da presidência da Casa, no Lago Sul, bairro nobre de Brasília.
Nessa cesta, entram 360 quilos de filé mignon, 540 de picanha e 240 de camarão. Os cinco mil quilos são suficientes para um churrasco com 12,5 mil pessoas.
Detalhe: o presidente José Sarney (PMDB-AP) não mora na casa. Ele vive em sua residência particular, na mesma região.
No dia 17 de dezembro, o Senado fez uma licitação para selecionar as empresas que fornecerão alimentos e materiais de limpeza para a residência oficial em 2010.
As compras valerão para esse ano eleitoral em que, no segundo semestre, o Congresso fica praticamente vazio. A Casa escolheu as empresas que ofereceram os melhores preços.
A concorrência foi feita em cima da estimativa do consumo na casa para 2010, segundo e último ano de Sarney como presidente.
Retirado do Blog do Noblat http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/01/07/residencia-de-sarney-gastos-com-5-toneladas-de-carne-255689.asp
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Bolso do consumidor
Inflação para baixa renda sobe em 2009
O IPC-C1 em 2009 também ficou abaixo da média verificada entre as famílias com rendimentos mais altos, até 33 salários mínimos, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Brasil (IPC-BR). Neste caso, o aumento foi de 3,95% durante o ano e de 0,24% em dezembro.
De acordo com o documento da FGV, o resultado de dezembro reflete a queda nos preços dos alimentos, que passaram de alta de 0,40% para deflação de 0,16%. As principais contribuições partiram de hortaliças e legumes (de 6,81% para -2,28%) e de frutas (de 2,57% para 1,29%).
Por outro lado, registraram aumento os seguintes grupos: vestuário (de 0,98% para 2,17%); saúde e cuidados pessoais (de -0,44% para 0,18%); despesas diversas (de -0,04% para 0,36%); habitação (de 0,18% para 0,25%); e educação, leitura e recreação (de 0,05% para 0,08%). Já os transportes mantiveram a mesma taxa no período, de 0,01%.
O documento da FGV aponta que a principal causa da inflação acumulada em 2009 foi a habitação, que respondeu por 41% da formação do índice, com alta de 5,59% entre os meses de janeiro e dezembro. Entre os destaques estão as altas observadas em aluguel residencial (6,69%) e gás de botijão (11,57%).
O IPC-C1 é divulgado mensalmente pela FGV. O índice foi lançado oficialmente em 2008, mas teve série histórica iniciada em janeiro de 2004.
Da Agência Brasil
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
domingo, 3 de janeiro de 2010
Golpe
A verdade sobre nosso Piso Salarial
Por Gabriel Costa*
Há poucos dias mandei para vocês, por esse mesmo endereço, uma matéria sobre o piso nacional denominada de “O ABC do piso salarial”. A mesma informava, de forma bastante esclarecedora, como iria ficar o referido PISO em 2010, conforme a Lei 11.738 que era para ter sido implementada em 2008, e não foi. Ficou para 2009 e não funcionou na sua plenitude, o que já não seria nenhuma assombração salarial, porque os governos e o nosso próprio Sindicato estadual jogavam a culpa para outros governadores e o STF.
Pois bem, passou 2009 e nos seus últimos dias, quando se esperava que tudo fosse no sentido de se retirar os subterfúgios da burocracia da Justiça e que a tal lei finalmente vigorasse como estava escrito até agora, não passou de mais uma enganação. Foi aprovado na Câmara dos Deputados, em caráter de urgência, um projeto encaminhado pelo Governo Federal que promove vários golpes na Lei do PISO, que em si já era um golpe, e com isso desfaz tudo aquilo que havia sido informado.
O primeiro golpe foi no mecanismo de correção salarial do PISO, que seria pelo mesmo índice que corrige o valor aluno ano, ou seja, por esse mecanismo o piso seria corrigido, retroativo a janeiro de 2009, em 19.93%, que em 2010 estaria se projetando para uma correção entre 18% e 19%. Pois com a mudança que o governo aprovou na Câmara, está faltando no senado, o mecanismo de correção passará a ser de 4% retroativo a janeiro de 2009 e o que está se projetando para 2010 será em torno 4% também.
Com isso, camaradas, o Piso em janeiro passará a ser R$ 680,00 + 4% que dá em torno de R$ 708,00, pois o que o governo repassou em agosto já chega a ultrapassar esse valor, ou seja, já está pagando esse salário, e aí em 2010 terá a outra correção de mais 4% que corresponderá a R$ 708,00 + 4%, ficando em torno de R$ 735,00. Esse será o valor do PISO para o ano de 2010.
Se fosse pelo mecanismo que está na lei, que já está sendo modificada sem ser aplicada, ficaria em 2010 da seguinte forma: R$ 680,00 + 19.93% = R$ 816,00, e em 2010 seria R$ 816,00 + 19% = R$ 971,00, isso para o caso de uma carga horária de 30 horas.
Fora isso, há outros pontos que foram prejudicados. Por exemplo, 1/3 da carga horária fora da sala de aula está ficando a critério de cada ente federado, e as categorias ainda devem lutar para permanecer como estava antes da lei. Além disso, as gratificações não estão garantidas para 2010. Quem quiser ver é só abrir o site www.cnte.org.br e abrir o link resoluções comentadas.
Pessoal, depois disso foi que entendi porque o governo do estado não deu a correção do piso que a lei estabelecia. O Governo Vilma já sabia que esse projeto estava pronto e, o pior, nosso sindicato estadual sabia também. Covardia, camaradas, covardia... Essa é a palavra chave desse jogo sujo contra nós. Para vocês terem uma idéia do tamanho da covardia, a deputada Fátima Bezerra, que foi a redatora do projeto da lei do PISO, propôs o mecanismo de correção baseado no valor aluno, derrubou o de sua autoria e aprovou o do governo, que é baseado no INPC, ou seja, apenas a inflação por baixo, que anda longe de ser o equivalente à correção do salário mínimo.
* É professor e diretor da Regional do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da cidade de Umarizal/RN.